Bom dia!
Nada melhor do que estas palavras inspiradoras de Molière para começar bem a semana!! E o Natal que está tão próximo!
Vamos lá entrar nesta semana com o pé direito?
Vamos lá :)
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
sexta-feira, 18 de dezembro de 2015
# Momento mágico... Driving Home for Christmas!
Bom dia!
Há momentos mágicos por aí. Há, pois! Como este proporcionado por alguém que eu admiro, com o David Fonseca. Uma fenomenal adaptação de um grande clássico de Natal, o Driving Home for Christmas, de Chris Rea.
Na sua moto, envolto por um cenário que se revela deslumbrante, a cada quilómetro, aqui ficam estes sons já a antever o Natal que está tão próximo!!
Boa sexta-feira e um óptimo fim-de-semana para todos aí desse lado!
# Sejam Felizes!
Há momentos mágicos por aí. Há, pois! Como este proporcionado por alguém que eu admiro, com o David Fonseca. Uma fenomenal adaptação de um grande clássico de Natal, o Driving Home for Christmas, de Chris Rea.
Na sua moto, envolto por um cenário que se revela deslumbrante, a cada quilómetro, aqui ficam estes sons já a antever o Natal que está tão próximo!!
Boa sexta-feira e um óptimo fim-de-semana para todos aí desse lado!
# Sejam Felizes!
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Sydney Cash, um artista invulgar!
Sydney Cash é um artista multifacetado. Trabalha em escultura, pintura e joalharia. O seu trabalho está presente em várias colecções no mundo inteiro, incluindo no famoso MOMA em Nova Iorque e no Museu das Artes Decorativas em Paris.
Com as suas esculturas manipula a luz como se tratasse de algo sólido, usando painéis espelhados para criar ambientes luminosos, ricos em luz e sombras. Estes painéis podem transformar um vulgar raio de luz e uma parede vazia numa peça de design inigualável.
Aqui fica um vídeo com o seu trabalho!
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
Amor e Outras Coisas (capítulo dez)
Amor e Outras Coisas (capítulo um)
Amor e Outras Coisas (capítulo dois)
Amor e Outras Coisas (capítulo três)
Amor e Outras Coisas (capítulo quatro)
Amor e Outras Coisas (capítulo cinco)
Amor e Outras Coisas (capítulo seis)
Amor e Outras Coisas (capítulo sete)
Amor e Outras Coisas (capítulo oito)
Amor e Outras Coisas (capítulo nove)
“Merda. Aceitaste porquê? Tens que aprender a dizer não, Leonor. Tens mesmo”, Dizia para si própria.
Como queria, chegou primeiro. Escolheu uma mesa com vista para a rua e decidiu encomendar o seu pequeno-almoço. Ela não demorou muito, apenas dez minutos depois lá estava ela. Trocaram um cumprimento curto e educado. Leonor olhou para ela com intensidade. À sua frente estava, nada mais nada menos que Mariana, a mesma Mariana que pensava um dia ter sido sua amiga. A história que lhe ia contando estava longe de a surpreender. Rafael já lhe contara em detalhe o seu encontro com ela e a mágoa que lhe ia no coração.
Infelizmente tudo agora fazia sentido. As críticas, as indirectas, os conselhos e as ironias mascaradas pelos sorrisos. Mariana tinha-a enganado bem. Nunca fora verdadeiramente sua amiga e se alguma vez o fora, qualquer vestígio desse sentimento desapareceu quando Leonor começou a namorar Rafael há três anos atrás.
Agora, tê-la, do outro lado da mesa, supostamente apaixonada pelo seu melhor amigo, deixava-a fora de si.
“Não dizes nada?”, quis saber Mariana.
“Não percebes, Leonor? Eu estou apaixonada por ele. Será que ninguém percebe isso?”
“Mas é a verdade...”
“Não sejas parva...” cortou Leonor de forma áspera. “Depois de lhe contares quem eras e o que aconteceu no passado, esperavas o quê? Compreensão? Amor? Que ele te corresse para os braços?”
“Eu nunca vou acreditar em ti. O que fizeste para me separar do Rafa foi horrível. As mentiras, as intrigas… basta!”
“Também nunca esperei que percebesses. Tu sempre foste a mais perfeita. Os rapazes olhavam sempre mais para ti. Foi preciso aparecer a Rita para te roubar o Rafael. Doeu, não? Aposto que sim.”
“Mariana chega. Nunca te tomei como tão invejosa. Céus. Como é que nunca percebi como eras? É melhor ires-te embora. Agora.”
“Eu avisei-te. Depois não te queixes.”
A porta da cafetaria bateu com estrondo, causando alguns olhares chocados mas o mau ambiente mantinha-se teimosamente. Leonor levantou-se e pediu mais um café para levar para o caminho. Precisava de sair dali. Pagou a sua conta e saiu para o dia gélido que a esperava lá fora. Soube-lhe bem… Precisava de respirar.
Imaginou uma vida sem Mariana. A sua relação com Rafael poderia ter seguido outro rumo. Ainda podia estar com ele. Afastou essa ideia do pensamento e fechou os olhos por poucos instantes. Inspirou fundo e recordou a conversa com Mariana. Perdera uma amiga. Mas será que ela alguma vez teria sido sua amiga?
Amor e Outras Coisas (capítulo dois)
Amor e Outras Coisas (capítulo três)
Amor e Outras Coisas (capítulo quatro)
Amor e Outras Coisas (capítulo cinco)
Amor e Outras Coisas (capítulo seis)
Amor e Outras Coisas (capítulo sete)
Amor e Outras Coisas (capítulo oito)
Amor e Outras Coisas (capítulo nove)
Era
domingo de manhã. Chovia a cântaros lá fora e ela até há dois minutos dormia
tranquilamente. O regresso de Rafael ao seu mundo era um dos seus muitos
motivos para ser feliz. Acordou apenas com o som de uma mensagem no telefone.
Ainda com o pensamento longe, decidiu ver de quem era. Não conhecia o número
mas bastou ler as primeiras linhas para saber de quem se tratava. Teve vontade
de atirar o telefone contra a parede mas conteve-se. Não ia adiantar nada e só
lhe ia acrescentar uma despesa. Era melhor aceitar o encontro. Escreveu a
mensagem de volta com simplicidade e sem emoção. Não estava a contar com esta
mudança de planos. Fosse o que fosse, teria de ser rápido, pois ela tinha uma
vida para viver. Recebeu, segundos depois, a resposta. Estava tudo combinado.
Suspirou... Chovia como nunca lá fora.
Suspirou... Chovia como nunca lá fora.
“Merda. Aceitaste porquê? Tens que aprender a dizer não, Leonor. Tens mesmo”, Dizia para si própria.
Como queria, chegou primeiro. Escolheu uma mesa com vista para a rua e decidiu encomendar o seu pequeno-almoço. Ela não demorou muito, apenas dez minutos depois lá estava ela. Trocaram um cumprimento curto e educado. Leonor olhou para ela com intensidade. À sua frente estava, nada mais nada menos que Mariana, a mesma Mariana que pensava um dia ter sido sua amiga. A história que lhe ia contando estava longe de a surpreender. Rafael já lhe contara em detalhe o seu encontro com ela e a mágoa que lhe ia no coração.
Infelizmente tudo agora fazia sentido. As críticas, as indirectas, os conselhos e as ironias mascaradas pelos sorrisos. Mariana tinha-a enganado bem. Nunca fora verdadeiramente sua amiga e se alguma vez o fora, qualquer vestígio desse sentimento desapareceu quando Leonor começou a namorar Rafael há três anos atrás.
Agora, tê-la, do outro lado da mesa, supostamente apaixonada pelo seu melhor amigo, deixava-a fora de si.
“Não dizes nada?”, quis saber Mariana.
“Que
queres que te diga? Que estou feliz por estar aqui? Que não dormia mais uma
hora? Que acredito em ti? Que tens o meu apoio? Só podes estar a brincar
comigo.”
“Não percebes, Leonor? Eu estou apaixonada por ele. Será que ninguém percebe isso?”
“É
claro que não percebo.” Leonor moderou o seu tom de voz que espelhava a sua
indignação. “Tens cá uma lata de inventar esta história toda depois de tudo o
que nos fizeste.”
“Mas é a verdade...”
“Não sejas parva...” cortou Leonor de forma áspera. “Depois de lhe contares quem eras e o que aconteceu no passado, esperavas o quê? Compreensão? Amor? Que ele te corresse para os braços?”
“Eu
mudei, Leonor. Estou cansada de o dizer. Quando é que vão acreditar em mim?”
“Eu nunca vou acreditar em ti. O que fizeste para me separar do Rafa foi horrível. As mentiras, as intrigas… basta!”
“Também nunca esperei que percebesses. Tu sempre foste a mais perfeita. Os rapazes olhavam sempre mais para ti. Foi preciso aparecer a Rita para te roubar o Rafael. Doeu, não? Aposto que sim.”
“Mariana chega. Nunca te tomei como tão invejosa. Céus. Como é que nunca percebi como eras? É melhor ires-te embora. Agora.”
“É
melhor. O ar está irrespirável. Contigo esteve sempre. Não preciso de ti para
nada, sua falsa. Vou mas é à procura do Rafael.”
“Vais
passar um mau bocado se não deixares o meu amigo em paz. Duvido que ele queira
alguma coisa contigo.”
“A ver
vamos...”
“Eu avisei-te. Depois não te queixes.”
“Adeus,
Leonor. Obrigada por nada.”
“Vai-te
embora, já.”
“Com
todo o prazer.”
A porta da cafetaria bateu com estrondo, causando alguns olhares chocados mas o mau ambiente mantinha-se teimosamente. Leonor levantou-se e pediu mais um café para levar para o caminho. Precisava de sair dali. Pagou a sua conta e saiu para o dia gélido que a esperava lá fora. Soube-lhe bem… Precisava de respirar.
Imaginou uma vida sem Mariana. A sua relação com Rafael poderia ter seguido outro rumo. Ainda podia estar com ele. Afastou essa ideia do pensamento e fechou os olhos por poucos instantes. Inspirou fundo e recordou a conversa com Mariana. Perdera uma amiga. Mas será que ela alguma vez teria sido sua amiga?
O
coração dizia-lhe que não.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
Pensamento do Dia!
Eu escolho sempre a felicidade. Sempre. O ser autêntico e sem falsidades. Prefiro ser eu próprio do que estar a representar um papel diferente do que sou. É preferível ir em busca de toda a felicidade do mundo.
No final, os sentimentos são simples, nós é que os complicamos!
Boa Semana e... principalmente...
Sejam felizes!
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
Sons para o Fim-de-Semana!
Stress? Cansaço? Agora, nada disso importa. Estes primeiros instantes do post eram para serem lidos, os seguintes são definitivamente para serem sentidos.
É altura de carregar no play e relaxar por uns minutos, pode ser?
Vamos lá, então!
Bom fim-de-semana!
quinta-feira, 10 de dezembro de 2015
Amor e Outras Coisas (capítulo nove)
Amor e Outras Coisas (capítulo um)
Amor e Outras Coisas (capítulo dois)
Amor e Outras Coisas (capítulo três)
Amor e Outras Coisas (capítulo quatro)
Amor e Outras Coisas (capítulo cinco)
Amor e Outras Coisas (capítulo seis)
Amor e Outras Coisas (capítulo sete)
Amor e Outras Coisas (capítulo oito)
"Espero que corra bem..."
"Tomara..."
Rafael não conseguia ignorar este pensamento que recusava abandoná-lo. Estava demasiado nervoso.
Não
resistiram mais. Abraçaram-se com emoção num abraço longo que nenhum deles
queria quebrar. As suas vidas não faziam sentido perante tamanha ausência.
Agora, sim, Rafael estava feliz. Leonor estava de volta à sua vida.
Amor e Outras Coisas (capítulo dois)
Amor e Outras Coisas (capítulo três)
Amor e Outras Coisas (capítulo quatro)
Amor e Outras Coisas (capítulo cinco)
Amor e Outras Coisas (capítulo seis)
Amor e Outras Coisas (capítulo sete)
Amor e Outras Coisas (capítulo oito)
"Espero que corra bem..."
"Tomara..."
Rafael não conseguia ignorar este pensamento que recusava abandoná-lo. Estava demasiado nervoso.
A
manhã estava decididamente fria. Rafael combinara um encontro para as dez da
manhã, ainda inseguro. Ela dissera logo que sim ao seu convite mas a
desconfiança na sua voz era notória. Ele percebia bem as suas reservas mas
guardou a dor que elas provocavam no fundo do seu coração. Não era altura para
isso. O tempo haveria de decidir o que poderia acontecer hoje. Passados dez minutos
de ter chegado viu-a ao longe a ir ao seu encontro, sem saber o que ele teria para
lhe dizer, depois de tudo.
“Obrigado
por teres vindo. Não tinha a certeza se virias.”
“Achas
mesmo que te fazia isso? Continuas a ser especial para mim, apesar de tudo.”
“E
tu para mim. Desculpa-me por tudo o que aconteceu.”
O
tom de Leonor mudara. De frio para algo mais parecido com a Leonor de outros
dias quentes. Rafael permitiu-se a sentir um leve toque de esperança no seu
coração. Ela, por seu turno, sentia-se a virar uma página na sua vida. Já não
se impediu de soltar as palavras que tanto ansiava dizer.
“Rafael…
chegou a altura de deixarmos isso para trás. Já só quero esquecer o passado.”
“Eu
sei que não posso voltar atrás para mudar a nossa história mas devo-te esta
conversa e mais que tudo, devo-te pedir perdão. Perdoa-me. Ninguém sabe mais o
quanto eu errei.”
Leonor
trazia o coração cheio. Há muito que esperava por este momento. Já não havia
razões para estarem longe um do outro. As palavras saíam-lhe leves e soltas e
directamente do coração. O pior já ficara para trás.
“Rafa,
e quem disse que é tarde para sermos amigos?”
Leonor
recuperara o sorriso inesquecível que Rafael conhecera desde sempre. Ele deu
por si igualmente feliz.
“Ficava
muito feliz se isso pudesse acontecer. Achas que podemos tentar recuperar a nossa
amizade? Gostava muito. Perdoas-me mesmo?”
Leonor
suspirou. “Já perdoei. Mesmo que pudesse voltar atrás, não me arrependo de te
ter dado o meu coração. Dizia-te sim, outra vez. Fomos felizes enquanto durou.
Pronto. Vamos seguir em frente?”
“Claro
que sim. Fazes-me falta. Quero mesmo ter-te de volta na minha vida. Não imagino
esta vida sem ti.”
“Vamos começar do zero. Não há mais nada a
falar sobre o passado. Já ficou tudo para trás. Custou-me muito perder-te. Não
te quero perder outra vez, Rafael. Uma vez foi o suficiente. O que interessa é
o que vem por aí. Combinado?”
“Combinado.
Hoje começa a verdadeira história do Rafael e da Leonor, os melhores amigos.”
“É
isso que eu quero.”
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